Felipe Neto, Luíza Sonza e Deolane: influencers dizem que apoiar Lula tem prejudicado trabalho com “publis”

Há algum tempo o jargão “quem lacra não lucra” passou a fazer parte do vocabulário do brasileiro. O termo é justificado pela adesão de marcas e empresas a posicionamentos políticos e ideológicos alinhados ao ‘politicamente correto’.

Grupos e empresas passaram a adotar uma série de ações que, teoricamente, evitam afetar pessoas que são vistas como desfavorecidas ou discriminadas, especialmente ligadas ao gênero, orientação sexual ou cor.

No entanto, tais posicionamentos não têm sido vistos desta forma. Para grande parte dos consumidores, tais medidas são intervenções implantadas com o objetivo de “lacrar”, ou seja, ações que visam se beneficiar sobre determinadas narrativas para galgar público direcionado e, consequente, ganhar prestígio sobre diversas temáticas.

A partir disso, a expressão “quem lacra não lucra” tornou-se um tom ecoado por todos aqueles que se recusam a dar notoriedade às agências se submetem a nutrir diretrizes estipuladas neste sentido.

Acontece que, no ambiente digital, grande parte dos chamados influencers possuem posicionamentos de espectro político de esquerda. No ano eleitoral de 2018, por exemplo, diversos nomes passaram a declarar repúdio ao então candidato Jair Bolsonaro.

À época, o jogral “Ele Não” passou a ser entoado de forma quase unânime entre a classe artística e cibernética. Inclusive, nomes que nunca tinham se posicionado antes passaram a adotar tom incisivo contra o presidenciável.

As declarações, claro, tiveram consequências. Vários segmentos registraram queda de engajamento nas redes sociais e, especialmente, de público, após alinhar-se ao ‘polimento compulsório’.

Agora, 4 anos depois, o cenário volta se repetir. Às vésperas das eleições, o jornal Folha de S.Paulo registra que os influencers relatam dificuldades em fechar ações publicitárias, as chamadas “publis”, após manifestarem apoio aberto a Lula e ao Partido dos Trabalhadores. Entre os nomes estão Felipe Neto, Deolane Bezerra e Luísa Sonza. Eles estão usando as redes sociais para lamentar o ocorrido.

Por Redação do Sobral Pop News, com Jessé Júnior. Fonte: conexaopoliticabrasil

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